Swipe left or right
to navigate

Pedro Abrunhosa

Diz-se que Pedro Abrunhosa nunca quis seguir os caminhos da facilidade. Na sua história do músico não entram bandas de garagem, mas antes muito estudo. No final da década de 1970 - início de 1980 - o jovem Pedro estava a estudar Análise, Composição e História da Música e, pouco depois, já estava no Conservatório. Tornou-se num erudito a tocar jazz, a estudar em Madrid com mestres do contrabaixo, para depois ir ele dar aulas.

Uma carreira de 25 anos a gravar discos e a tocar ao vivo. Tudo começou, em 1994, com os Bandemónio e com o disco “Viagens” - uma enorme pedrada no charco na história da música portuguesa que lhe valeu o reconhecimento do público, da crítica e que lhe abriu as portas da fama. Em 1996 o segundo longa-duração: “Tempo” vendeu 80 mil exemplares numa semana, atingiu a quádrupla platina. Em 1999 Abrunhosa lança “Silêncio”, em 2002 “Momento” e em 2007 “Luz” - todos eles sucessos estrondosos em termos comerciais, mas também a demonstração, ao vivo - e com muitas salas esgotadas - que Pedro Abrunhosa é um artista completo.

São discos e são verdadeiros hinos. Em 2010, Pedro Abrunhosa apontou a outras influências e com uma banda nova, os Comité Caviar. Sem nunca perder a ideia de que “um disco é cada vez mais um livro, uma narrativa contínua de histórias”. É com essa noção que Pedro Abrunhosa continuou a lançar discos - “Contramão”, em 2013 e, no ano passado, “Espiritual”. “Nos tempos fugazes de atenções efémeras, tento que as minhas raízes bebam da fundura dos mundos: do interior e daqueles que aos meus sentidos se vão revelando”, diz Pedro Abrunhosa. Um músico que quis sempre marcar a diferença com aquilo que compõe e com aquilo que escreve.

Nomeações
  • Melhor Videoclipe

Pedro Abrunhosa